segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Os meses do ano na minha visão

Estava eu aqui nesta madrugada de feriado da Proclamação da República, ouvindo Just Feel Better, de Carlos Santana e Steven Tyler, quando fui observar o que ainda tenho pela frente neste ano de 2011 e comecei a pensar no que cada mês do ano representa pra mim. Confesso que é um pouco frustrante saber que meu ano só começa a engrenar de vez apartir de setembro, mas também quero ser otimista(coisa que naturalmente não é do meu perfil) e achar que um dia isso vai mudar, dependendo é claro de uma força exterior, pois na vida atual vida de forever alone isso seria muito, mas muito complicado MESMO.

Mas bem, aí vai um pequeno resumo do que têm sido os anos para mim: (agora ao som de Cara de Vilão, do Cartolas)

Janeiro: final da correria do ano anterior, botar o sono em dia e procurar viagem/praia pra distrair a cabeça.
Fevereiro: Férias e aniversário da mãe, sem mais.
Março: Volta as aulas, chuva e começo do stress.
Abril: 1º de abril aniversário do meu tio e também tem o aniversário da vó, páscoa e o resto é bobagem.
Maio: Dia das mães, "veranico", final da champions league e começo da estação deprê do ano.
Junho: mês do encalhado, começo do frio, deprê e da rinite.
Julho: Frio, Depressão, rinite e Libertadores.
Agosto: Frio, rinite, Dia dos Pais, começo da temporada europeia e agonia apartir do dia 17.
Setembro: Aniversário(s) e começo simbólico do ano.
Outubro: dia da criança, pais em casa com mais freqüencia.
Novembro: Feriados, aniversário do pai.
Dezembro: Correria total, formaturas e tempo pra quase nada.

P.S: Influências externas podem modificar um pouco essa rotina, basta querer, entender, ter paciência e se esforçar!

Música do final: (Top Top, da Cássia Eller)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Canção do Exílio Gravataiense

Minha terra tem funkeiros,
Onde canta o Colibri;
Os funk’s que no onibus tocam,
Não tocam como aqui.
.
Nosso céu não tem estrelas,
Nossas várzeas não servem pra flores,
Nossos bosques não têm vida,
Nossa vida e os desamores.
.
Em cismar, sozinho, à noite,
Nem prazer eu encontro aqui;
Minha terra tem funkeiros,
Onde canta o colibri.
.
Minha terra tem horrores,
Que tais encontro eu por aqui;
Em cismar – sozinho, à noite–
Nem prazer eu encontro aqui;
Minha terra tem funkeiros,
Onde canta o colibri.
.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu saia daqui;
Sem que me livre dos horrores
Que encontro por aqui;
Sem qu'inda reviste os funkeiros,
Onde canta o colibri.
.
Uma justa homenagem aos funkeiros que encontro pelos ônibus da vida...